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	<title>Tozé Constantino &#187; Uncategorized</title>
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		<title>Como viver, simplesmente.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 12:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Perdoar o passado. Viver o presente. Desejar o futuro. Se confundirmos estas realidades estaremos a confundirmo-nos. Se eu quiser viver o passado, em forma de saudade, ou em forma de remorso, estou preso a uma imaginação que eu não poderei mudar. Acabarei efectivamente sem ter passado, pois o meu passado foi estar a olhar para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Perdoar o passado. Viver o presente. Desejar o futuro.</strong></p>
<p>Se confundirmos estas realidades estaremos a confundirmo-nos.</p>
<p>Se eu quiser <em>viver o passado</em>, em forma de saudade, ou em forma de remorso, estou preso a uma imaginação que eu não poderei mudar. Acabarei efectivamente sem ter passado, pois o meu passado foi estar a olhar para o passado.</p>
<p><em>Desejar o passado</em>, desejar que o passado seja diferente, exige muita energia e poderá ser feito apenas se distorcermos os factos da nossa história, o que também não é tradutor de bem-estar, devido à tensão gerada com as memória originais.</p>
<p>Em relação ao <em>presente, ele não poderá ser perdoado</em>. Pois isso seria criar dois momentos. O perdoado e outro no qual se perdoa. O presente não tem dois momentos.</p>
<p>Em relação a <em>desejar o presente, </em>também isto não poderá ser. Se eu estou sentado no meu gabinete, não posso desejar estar agora na china. Eu estou onde estou. O conjunto dos meus desejos passados levaram-me até ao presente e é bom que o aceite. O presente é para ser vivido, não desejado. Tentar desejar que o presente seja outra coisa causa uma incoerência que impede de aproveitar tudo o que o momento presente tem para dar.</p>
<p>Quanto ao <em>futuro</em>, não faz sentido que este seja p<em>erdoado</em>, pois ainda nada aconteceu.</p>
<p>O<em> futuro não pode ser vivido</em>. Muitas pessoas, eu próprio caí e caio por vezes nesse erro. Tentar viver o futuro. Imaginar imensas coisas no futuro e fingir que realmente estas são o presente. Isto é viver uma ficção uma artificialidade que ainda por cima, tira a possibilidade de nos ficarmos no aqui e agora, efectivamente onde é possível viver é no aqui e agora.</p>
<p>O <strong>passado é para ser perdoado</strong>, isto é, o que fizemos de errado é para ser aceite por nós.O que costuma acontecer é que , por não terem perdoado ou aceite a sua história pessoal, as pessoas tendem a remoer o que está inscrito nesta. A nossa história, o nosso passado, não é para remoer, mas sim para aprender. Para aprender é preciso aceitar. Quem não aceita, vive em negação e está incapaz de lidar com o presente, pois não sabe quem é. Se eu não aceitar na minha história o facto de ser pai, é provavel que no meu presente não dê o tratamento necessário aos meus filhos, pois estou em negação desse facto. O passado, tal como o futuro são produtos do imaginário pessoal, não podemos confiar neles para agir. Este facto é bem estudado pelas ciências cognitivas no tema &#8220;falsas memórias&#8221;. Os advogados norte-americanos conheciam bem isto. Nos questionário que faziam em  tribunal eles sabiam que obteriam respostas crescente de velocidade quando perguntavam &#8220;A que velocidade tocaram os carros?&#8221; &#8220;A que velocidade se esbarraram os carros&#8221; ou &#8220;A que velocidade se esmagaram os carros&#8221;. Desta forma descobriram que a nossa memória não é algo de muito fiável. Aliás, memórias discordantes são a fonte da maior parte das discussões. Que importância podemos dar então ao nosso passado? A memória pode trazer-nos o conhecimento das limitações não imediatamente visiveis com que nos deparamos numa determinada situação de vida. Cabe-nos a nós dar a importância devida a essas informações. Se a minha memória me diz que estou de más relações com alguém, cabe-me a mim dar a devida importância a essa mesma informação. Se calhar é demasiado desajustado dar-lhe um abraço efusivo, mas posso ter um comportamento um pouco mais afectuoso ou respeitoso do que aquele que a minha memória me indica. Só quando aceitamos a nossa história na totalidade estaremos disponíveis para viver o presente.</p>
<p><strong>O futuro é para desejar.</strong> Para não corrermos o risco de vivermos no futuro ( que é na verdade a tentativa de controlar o que se vai acontecer connosco) podemos adoptar  estratégia do desejo. O desejo é ao mesmo tempo desapego. Se desejar  ser mais rico no futuro, posso deseja-lo. Se o desejar e confiar, não preciso de andar a antever todas as tarefas para chegar a este objectivo ,o que acabaria por me fazer viver no futuro. Nós somos criadores, sempre que desejamos criamos o futuro. &#8220;Sempre que um Homem sonha, o mundo pula e avança&#8221;.</p>
<p>Quanto ao<strong> presente</strong>, a partir do momento em que perdoamos o passado e desejamos o futuro, estamos livres e livres para aproveitar. No presente não há ameaças, no &#8220;aqui e agora&#8221; nós somos sempre livres, não há qualquer problema.</p>
<p>Considera isto um <strong>presente</strong> meu. <img src='http://www.tozeconstantino.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Andanças, o mundo a voltar para trás&#8230;</title>
		<link>http://www.tozeconstantino.com/2010/08/andancas-o-mundo-a-voltar-para-tras/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho do Andanças, o festival de dança que se dá em Carvalhais, S.Pedro do Sul. Foi uma experiência muito, muito leve, venho de lá realmente leve. Dancei, participei em danças de afectos e encontros do Umbigo. Gente, muita gente que quer estar em contacto profundo com outra gente. É isto que tiro do andanças. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho do Andanças, o festival de dança que se dá em Carvalhais, S.Pedro do Sul. Foi uma experiência muito, muito leve, venho de lá realmente leve. Dancei, participei em danças de afectos e encontros do Umbigo. Gente, muita gente que quer estar em contacto profundo com outra gente. É isto que tiro do andanças. A tecnologia mais recente, discutiamos, dá a ilusão de proximidade às pessoas quando na verdade elas estão longe. No Andanças a proximidade é presente: agarra-se para dançar, cheira-se o cheiro do outro, salta-se com o outro, conversa-se e sorri-se com o outro.</p>
<p>Não é fácil encontrar um ambiente como o que se encontra nos festivais como o Andanças. Nota-se que as pessoas querem dar um passo atrás na evolução. Está na hora de traçar o caminho de volta ao paraíso. Os músicos e os outros artistas já se vestem de acordo com uma época anterior à anti-revoluvionária globalização.</p>
<p>Se querem encontrar pessoas boas e bom ambiente, se querem dançar com um e a seguir com o outro e dançar, dançar, dançar, façam um favor a si mesmos e no próximo ano vão ao andanças. A menina dança? É uma maravilha&#8230;</p>
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		<title>Fotografia misturada</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 20:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Noutra altura qualquer não teria sequer feito esta mistura. Mas as duas fotografias estavam no olhares uma por baixo da outra e pareceu-me interessante. Agora estou a publicar. E está feito Os autores são Pedro Manuel Martins Fernandes e a MaGaGek. Obrigado aos dois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Noutra altura qualquer não teria sequer feito esta mistura. Mas as duas fotografias estavam no olhares uma por baixo da outra e pareceu-me interessante. Agora estou a publicar. E está feito <img src='http://www.tozeconstantino.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os autores são <a href="/pmf">Pedro Manuel Martins Fernandes</a> e a <a href="/Magage3">MaGaGek</a>. Obrigado aos dois.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tozeconstantino.com/wp-content/uploads/2010/05/mistura2-5-2010.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-142" title="mistura2-5-2010" src="http://www.tozeconstantino.com/wp-content/uploads/2010/05/mistura2-5-2010-180x300.jpg" alt="" width="180" height="300" /></a></p>
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		<title>A sinceridade</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 21:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava a pensar sobre o que haveria de escrever num post, pois na realidade apetecia-me, e surgiu-me de repente este tema: a sinceridade. A primeira questão que me posso colocar é se quero realmente ser sincero. Uma das coisas que me parece bastante disseminada na nossa cultura portuguesa é que a sinceridade é uma atitude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava a pensar sobre o que haveria de escrever num post, pois na realidade apetecia-me, e surgiu-me de repente este tema: a sinceridade.</p>
<p>A primeira questão que me posso colocar é se quero realmente ser sincero. Uma das coisas que me parece bastante disseminada na nossa cultura portuguesa é que a sinceridade é uma atitude arriscada. Como lia hoje em &#8220;Portugal Hoje&#8221; de José Gil, vivemos em Portugal uma doce paranóia em que é certamente arriscar, o facto de sermos sinceros com os outros. Há alguns riscos que posso perceber na honestidade:</p>
<p><strong>Usarem essa informação contra mim</strong></p>
<p>Um dos medos que se possa ter ao ser-se sincero com os outros é</p>
<p>Bom. Agora apercebo-me que não quero falar mais sobre este tema. E seguindo esta vontade de sinceridade, publico-o para que o saibam&#8230;</p>
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		<title>Sentimento que me arde no peito.</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o sentimento que me arde no peito. Seja uma resplandecer de uma nova aurora. Nevoeiro denso que te esfumas Ante um sol de raios deslumbrantes Ergue-te oh nação valente e imortal Ergue-te de uma vez. Sim és tu, és Portugal!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o sentimento que me arde no peito.<br />
Seja uma resplandecer de uma nova aurora.<br />
Nevoeiro denso que te esfumas<br />
Ante um sol de raios deslumbrantes<br />
Ergue-te oh nação valente e imortal<br />
Ergue-te de uma vez.<br />
Sim és tu, és Portugal!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Início deste blog</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é o dia em que começo este blog. Estou muito entusiasmado. Este blog será a testemunha da evolução da minha relação com o mundo. Quero aqui comprometer-me em ser o melhor que eu possa ser. Como diria o Agostinho da Silva &#8221; O destino de um Homem é cumprir-se&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o dia em que começo este blog. Estou muito entusiasmado. Este blog será a testemunha da evolução da minha relação com o mundo.<br />
Quero aqui comprometer-me em ser o melhor que eu possa ser.<br />
Como diria o Agostinho da Silva &#8221; O destino de um Homem é cumprir-se&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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