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10
2009
Na sexta-feira estava à espera para imprimir uns cartazes para uma colónia de férias que estou a organizar. Uma senhora queria imprimir uma fotografia que tirou para um espectáculo de crianças do jardim de infância. No entanto a foto estava escura numa parte que era suposto ser branca. Eu ofereci-me para no meu portátil, editar a imagem em photoshop.
Isto deu-me uma ideia. Quem trabalha em design e está a iniciar carreira, pode ir para as lojas pequenas de impressão, ficar a trabalhar numa mesa pequenina que lhe cedam ou aluguem e vai criando clientela que apareça e não saiba editar as imagens. Depois vai rodando pelas lojas e pode até aceitar serviços dos próprios donos das lojas, pagando-lhes comissões.
Quem ajuda a desenvolver esta ideia?
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Categories : Sustento
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10
2009
Esta varredora de ruas de S. Simão da Junqueira, em Vila do Conde, pode considerar-se praticamente reformada, neste momento o trabalho que tem é mínimo. A Câmara Municipal da Junqueira, em concertação com a Junta de Freguesia da Junqueira, propuseram um modelo que pode revolucionar o mundo ocidental.
O que aconteceu de diferente então?
O contrato celebrado é completamente diferente: em vez de contratar limpar as ruas, o contrato celebrado entre esta senhora e as entidades, foi então que ” as ruas estivessem limpas”. O que fez esta funcionária do departamento de limpeza então? Investiu na educação
“Foi o melhor investimento que fiz”
- “O que fiz foi muito simples, com a ajuda de umas pessoas cá da terra, tratei de arranjar forma de ensinar às pessoas para não sujarem o chão, numa primeira fase, e depois, em varrerem em frente ás suas casas numa fase seguinte. Antes do contrato, eu queria era que as pessoas atirassem lixo para o chão, para eu não perder o meu emprego, mas quando me apercebi que o contrato era seguro, tratei de por em prática o que achava: que educar é o melhor a fazer”.
Esta senhora agora continua a ter esporádicamente que limpar uma coisa ou outra que deixam pessoas fora do concelho, pois nas outras freguesias já conseguiu sensibilizar também para estas práticas e tem corrido tudo muito bem. Neste momento está já a planear uma acção ao nível do conselho.
-”Tal como eu, muitas pessoas se podem reformar e ter tempo para fazer aquilo que gostam!”
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10
2009
Hoje fui a um restaurante muito interessante. Está ligado a uma base de dados de pessoas que colocaram online os seus interesses e quando alguém faz uma marcação ou chega para uma refeição, se indicar que gostaria de conhecer alguém de uma determinada área profissional ou interesse particular, eles fazem várias propostas nesse sentido.
Há também o modo aleatório, que é uma espécie de lotaria de encontros sociais. Fui ontem lá e vi que com certeza já muita gente está a experimentar esta opção: uma freira conversava com uma adolescente gótica sobre o prazer que partilhavam em vestir preto e serem muito pálidas, uma criança de 8 anos conversava com um multimilioário, tentando perceber qual deles tinha a maior colecção de carrinhos e uma padeiro conversando com um entrega pizzas, excitados com as potencialidades na velocidade em solo urbano.
Esqueci-me do site do restaurante: entretanto ponho aqui.
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2009
Na sexta-feira, em conversa com uma amiga reflectiamos sobre a relação dos pais com os filhos e da dificuldade daqueles em assumirem uma responsabilidade plena pelo papel que tem que realizar.
Como sabemos, na nossa sociedade, os pais são muito encarados como o “ganha pão”, como o sustento dos filhos. Como é que isto pode influenciar negativamente as relações pais-filhos, entendo eu: a questão do sustento é uma questão difícil de lidar para a maior parte das pessoas, não tanto no dia-a-dia, que o sustento se vai fazendo, mas quando em confronto com o futuro. O cenário é de mudança tal, que ninguém sabe muito bem esperar do que vem aí.
A insegurança gerada por esta relação com o futuro e as imagem mentais que a alimentam fazem com que cada pessoa se desencontre mais consigo mesmo: “não faço o que quero porque não tenho dinheiro” é uma das razões mais invocadas. Desta forma, cada um, vai passando a vida “uma casa ao seu lado” como na canção de A Deolinda.
O desencontro consigo e o desencontro com os filhos.
O psicólogo norte-americano Carl Rogers afirma que há duas forças principais na espécie humana: o potencial de crescimento e a avaliação das experiências. Um diálogo funcionante entre os dois dá lugar a um ser humano actual e actualizante. Isto trocado por miúdos, o que é que dá?
Há já uma tendência das pessoas de se negarem a si próprios em função do sustento. Por exemplo: quero ser carpinteiro, mas vou para médico porque me dá o estilo de vida que quero. Esta auto-negação gera tensões internas que não permitem às pessoas funcionarem completamente. Cada um de nós já se sente mal com muitas das decisões que toma em direcção a essa segurança do sustento ou do estilo de vida.
Quando se é Pai, surge ainda mais essa sensação de sacrifício, de auto-anulação: “ai, eu agora não quero saber de mim, só quero saber dos meus filhos”. A energia negativa que se forma por não nos “ouvirmos” a nós próprios e às nossas necessidades origina muita tristeza, aborrecimentos e irritações. E quem são os culpados? Os filhos, é claro. E porquê? Porque os Pais fazem tudo por eles e eles nunca se comportam da maneira adequada. Não é?
O erro crasso: não cuidar bem de si mesmo.
É impossível que os outros à nossa volta estejam bem se nós não estivermos bem. São os nossos filhos que devem estar atentos às nossa necessidades práticas, psicológicas e emocionais. Talvez também devam, mas uma coisa é certa: quem tem que estar atento às suas necessidades é você mesm@. Cuide bem de si e automaticamente os seus filhos estarão melhor.
Para se ser bom pai e mãe, primeiro é preciso ser boa pessoa.
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Categories : Sustento
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10
2009
Deixo o repto a todos os engenheiros que comecem a pensar (se é que já não há) numa impressora de parede. Imaginem que se podia carregar uma impressora para imprimir fotos nas casas das pessoas. Em vez de ser só nas t-shirts e nos tapetes do rato, passariam a figurar as caras rosadas e gordinhos dos bebés, nas paredes da sala lá de casa.
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2009
Ainda no outro dia estivemos a desenvolver esta ideia. Não tem jeito nenhum andarmos a construir barragens cada vez maiores se andamos a desperdiçar a enorme energia que os nossos corpos tem e que nos faz mal se a acumularmos dentro de nós. Os Ginásios vão no futuro gerar energia para todo um prédio (vou precisar de dados científicos para corroborar esta afirmação).
Isto vai servir também para os marketings dos ginásios que poderá fazer os neons publicitários brilhar a partir da possibilidade das pessoas.
Vai haver também um banco energético. Chegas a um ginásio, geras determinada energia e ficas com um talão energético para descontar na tua conta da luz.
Maravilha, ãh?
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