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	<title>Tozé Constantino &#187; futuro de portugal</title>
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		<title>Recrutamento de sonhadores e sonhadoras</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 14:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[futuro de portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança. António Gedeão In Movimento Perpétuo, 1956 Isto que diz o mestre António Gedeão, assume na minha vida, nos dias que correm, contornos de verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align: left;">Eles não sabem, nem sonham,</p>
<p style="text-align: left;">que o sonho comanda a vida,</p>
<p style="text-align: left;">que sempre que um homem sonha</p>
<p style="text-align: left;">o mundo pula e avança</p>
<p style="text-align: left;">como bola colorida</p>
<p style="text-align: left;">entre as mãos de uma criança.</p>
<p><strong>António Gedeão</strong></p>
<p><em>In Movimento Perpétuo, 1956</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">Isto que diz o mestre António Gedeão, assume na minha vida, nos dias que correm, contornos de verdade inquestionável. Tenho passado grande parte do meu tempo a sonhar porque acredito no poder irrefutável do sonho no pular e avançar do mundo.<br />
Nestes dias, tenho aproveitado para percorrer a minha aldeia a pé (prefiro aldeia a freguesia, que é um termo mais administrativo) e vou sonhando. Muito do que sonho tem que ver com os campos. Já não os vejo só com milho ou erva, imagino com favas, tomates, pimento, abóboras, couves, batatas, cenouras e árvores de fruto, muitas árvores de fruto, laranjeiras, pereiras, nogueiras, macieiras, diospireiros, vinhas, kiwis.<br />
Sonho gente a trabalhar junta no campo e a cantar, a merendar a meio da tarde.<br />
Sonho o ave, que passa pela minha terra, limpido e transparente onde podemos juntos nadar e rir. Onde se pode pescar, andar de barco e fazer um pique-nique nas margens.<br />
Sonho mães e avós com tempo para os filhos e crianças alegres que riem e olham intrigadas para os girinos nas poças.<br />
Sonho com gente de bicicleta e a cavalo e galinhas soltas no meio da rua.<br />
Sonho com coelhos nas bouças e amoras nos silvados que se apanham para juntar aos iogurtes. Sonho com fins de tardes em que se juntam os músicos e as gentes dançam.<br />
Sonho com casas abandonadas que se transformam em casas de artistas e filósofos que não tem que se preocupar com o que comer.<br />
Sonho que toda a gente se lembre de sonhar.<br />
Sonho com crianças que possam entrar em todas as casas e que em toda a gente da aldeia tenham uma família.<br />
Sonho com gente com tempo para cozinhar o pão e distribuí-lo pelos vizinhos.<br />
Sonho com o médico da aldeia que conhece toda a gente.<br />
Sonho que venham turistas e peregrinos e possam pernoitar na minha aldeia e sairem de cá mais ricos e alegres.<br />
Sonho que todas as filosofias, artes e conhecimentos do mundo possam ter expressão na minha aldeia e que se partilhem em respeito e liberdade.<br />
Sonho com uma Junqueira ainda mais espiritual, de uma espiritualidade contagiante.<br />
Sonho com uma comunidade em que todos são amigos e todos se ajudam a realizar os sonhos de cada um.<br />
Sonho conhecer os sonhos de toda a gente e poder ajuda-los no seu caminho.<br />
Sonho ter amigos ao fim da tarde para estar em amena cavaqueira.<br />
Sonho que as crianças possam conhecer os seus sonhos o mais cedo possível para poderem dedicar ainda mais tempo a persegui-los.<br />
Sonho com a abundância conseguida pela partilha espontânea e livre.<br />
Sonho com arte, literatura, inventos, filosofia, agricultura, costura e culinária.<br />
Sonho tudo isto, livremente escolhido, sem imposições.</p>
<p>Sonho isto e mais e sonharei mais.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O meu sonho é simples, é radical.<br />
O que sonho para a minha aldeia,<br />
Sonho para Portugal.</strong></p>
<p>E vocês, o que andam a sonhar?</p>
<p>Abro este recrutamento de sonhadores e sonhadoras o primeiro trabalho e o mais importante é sonhar. Será importante lembrarmo-nos mais vezes de sonhar?</p>
<p>PS- Sonhadores e sonhadoras, ficarei encantado de poder saber os vossos sonhos para que se completem e se dêem força. Obrigado.</p>
<p style="text-align: left;">
<div style="text-align: left;"><span style="font-size: xx-small;"><br />
</span></div>
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		<title>Humoristas ajudam professores</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
				<category><![CDATA[futuro de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Saber]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem fui dar a primeira aula de psicologia do desenvolvimento e aprendizagem,  que estou a dar no Instituto Piaget em Gaia. Convidei o meu amigo Nuno Pinto a ser responsável por um &#8220;início de aula fantasma&#8221; entre dizer que a bibliografia iria ser em Alemão e já ter agendada uma viagem ao Zoo de Lisboa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem fui dar a primeira aula de psicologia do desenvolvimento e aprendizagem,  que estou a dar no Instituto Piaget em Gaia. Convidei o meu amigo <a href="http://www.tempoedinheiro.com">Nuno Pinto</a> a ser responsável por um &#8220;início de aula fantasma&#8221; entre dizer que a bibliografia iria ser em Alemão e já ter agendada uma viagem ao Zoo de Lisboa com o objectivo de perceber os macacos, nossos ancestrais, para poder conhecer o homem, os alunos perguntavam-se uns aos outros &#8220;quem é este cromo?&#8221;a. Habituados que estamos às apresentações em conjunto, isto mereceu-lhe  uma salva de palmas dos alunos que riam, misto de boquiabertos e divertidos. Isto deu logo o mote para uma aula descontraída que entre apresentações e matéria teve sempre o humor bem destacado. Posso arriscar dizer que todos os alunos gostaram bastante do que estiveram a fazer e saíram da interessados, relaxados e a pensar &#8220;quero mais&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-70" title="escola_rir" src="http://www.tozeconstantino.com/wp-content/uploads/2009/10/escola_rir.jpg" alt="escola_rir" width="500" height="320" /></p>
<p>A minha próxima acção é telefonar para as produções fictícias e propor-lhes que façam cursos de humor para professores e <em>qui ça</em>, terem um papel preponderante na elaboração dos manuais escolares. Vá lá <a href="http://www.producoesficticias.pt/edicoes/producoesficticias/index.aspx">Produções Fictícias</a>, depois pagam-me um jantar <img src='http://www.tozeconstantino.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já agora, alguém sabe de mais alguma empresa de humor em Portugal?</p>
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		<title>Hipermercados -vendas de intangíveis ganham a corrida</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saber]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo as estatísticas oficiais do Instituto Nacional de Estatística, a venda de bens intangíveis ultrapassaram, no primeiro trimestre do corrente ano, a venda de bens tangíveis nos hipermercados Tudo começou com a venda de experiências como spa, turismo rural, etc. que se vendiam em algumas superfícies comerciais mais vanguardistas. As grandes superfícies comerciais identificaram rapidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo as estatísticas oficiais do Instituto Nacional de Estatística, a venda de bens intangíveis ultrapassaram, no primeiro trimestre do corrente ano, a venda de bens tangíveis nos hipermercados<br />
Tudo começou com a venda de experiências como spa, turismo rural, etc. que se vendiam em algumas superfícies comerciais mais vanguardistas. As grandes superfícies comerciais identificaram rapidamente a oportunidade e começaram a massificação da venda deste tipo de experiências.<br />
Os bens intangíveis como desenvolvimento pessoal, psicoterapia, acompanhamento de estudo para os filhos, speeddating e desportos de aventura foram os mais representativos. Seria difícil de prever, mas actualmente, as prateleiras com venda de serviços e experiências ocupam, neste momento, a maior parte das superfícies comerciais de massas e a tendência é para aumentar.<br />
Os empresários afirmam que são produtos mais interessantes, pois não passam de data, são mais ecológicos e contribuem para o desenvolvimento da comunidade. As superfícies poupam, portanto nas perdas relacionadas com validades e qualidade dos artigos. Este tipo de venda, fomenta também o desenvolvimento local, pois está sempre integrados com empresas da região. &#8220;Podemos ter bananas do Chile, mas não podemos ter uma experiência de desenvolvimento pessoal no Chile, quer dizer, podemos, mas é tão cara que dificilmente iríamos vender.<br />
E você, qual foi a última experiência que comprou num hipermercado?</p>
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		<title>De volta ao gomo de laranja.</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[E pronto, chegamos novamente ao gomo de laranja. Tudo aconteceu num pequeno café de vila do conde que se recusou a servir mais sumos em latas ou pacotes, era muito lixo, dizia David Lemos, um ecologista ferrenho. Apenas faziam sumos de laranja natural e de outras frutas. Uma ocasião David reparou &#8220;então a máquina também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E pronto, chegamos novamente ao gomo de laranja. Tudo aconteceu num pequeno café de vila do conde que se recusou a servir mais sumos em latas ou pacotes, era muito lixo, dizia David Lemos, um ecologista ferrenho. Apenas faziam sumos de laranja natural e de outras frutas. Uma ocasião David reparou &#8220;então a máquina também não vai ser lixo dentro de pouco tempo?&#8221;. A partir daí, como o próprio refere &#8220;comecei apenas a servir a fruta, comprada a produtores locais.<br />
O apreço dos produtores locais.<br />
O apreço dos produtores locais por este projecto tem sido mais do que evidente: &#8220;Então andavam a vender embalagens de sumo mais pequenos que uma laranja, mais valia venderem logo as laranjas&#8221; diz António Crespim, dono de um extenso pomar na freguesia de Macieira.<br />
Neste pequeno &#8220;café verde&#8221;, os produtores têm muitas vezes a oportunidade de explicarem as técnicas de produção que utilizam e os investimentos que têm feito com as vendas da fruta, para que os consumidores tenham possibilidade de decidir de forma ainda mais informada.<br />
As condições impostas<br />
Para vender, este pequeno estabelecimento, exige aos produtores que venham reaver as embalagens (vulgo casca da fruta). &#8220;Como se isso fosse um problema&#8221; diz António Crespim, &#8221; O que não dou aos animais, ponho no compostor e ainda vendo o composto à Lipor e faço um bom dinheiro&#8221;<br />
Tudo começou num pequeno café e está já a alargar-se a outros cafés da região. Em breve trarei mais notícias sobre isto.</p>
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		<title>Barcos de pesca &#8211; turismo de experiência nas Caxinas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustento]]></category>
		<category><![CDATA[turismo de experiência]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas Caxinas, Vila do Conde, essa micro-cultura portuguesa, funciona desde há muitos anos um peculiar arranjo entre pesca e turismo. Tudo começou por uma empresa de turismo que decidiu vender a clientes ingleses a experiência de pescar no litoral norte português. Os pescadores gostaram da experiência e sempre eram mais uns trocos a entrar. Entretanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas Caxinas, Vila do Conde, essa micro-cultura portuguesa, funciona desde há muitos anos um peculiar arranjo entre pesca e turismo. Tudo começou por uma empresa de turismo que decidiu vender a clientes ingleses a experiência de pescar no litoral norte português.<br />
Os pescadores gostaram da experiência e sempre eram mais uns trocos a entrar. Entretanto aperceberam-se de alguns problemas que surgiram: os ingleses não sabiam nada de pesca nem de como se comportarem num barco e os pescadores nada percebiam de Inglês.<br />
A escola de pescas decidiu resolver este problema: cedeu os espaços para que pudessem professores de inglês credenciados dar aulas aos pescadores e famílias, e também que os turistas tivessem aulas prévias de pesca, mais leves no caso de quererem a experiência de uma traineirazinha, mais exigentes se quisessem ir para a pesca do arrasto ou para a pesca do bacalhau.<br />
Neste momento o projecto tem já 4 anos e para além dos serviços turísticos enunciados (podem-se ver agora restaurantes bem equipados dentro de barcos de pesca) há um desenvolvimento de toda a economia da região, por exemplo com várias mulheres que ensinam as turistas a fazer os xailes tradicionais desta região.</p>
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		<title>Limpadora de ruas atinje a reforma em 2 anos e meio</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta varredora de ruas de S. Simão da Junqueira, em Vila do Conde, pode considerar-se praticamente reformada, neste momento o trabalho que tem é mínimo. A Câmara Municipal da Junqueira, em concertação com a Junta de Freguesia da Junqueira, propuseram um modelo que pode revolucionar o mundo ocidental. O que aconteceu de diferente então? O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta varredora de ruas de S. Simão da Junqueira, em Vila do Conde, pode considerar-se praticamente reformada, neste momento o trabalho que tem é mínimo. A Câmara Municipal da Junqueira, em concertação com a Junta de Freguesia da Junqueira, propuseram um modelo que pode revolucionar o mundo ocidental.<br />
O que aconteceu de diferente então?<br />
O contrato celebrado é completamente diferente: em vez de contratar limpar as ruas, o contrato celebrado entre esta senhora e as entidades, foi então que &#8221; as ruas estivessem limpas&#8221;. O que fez esta funcionária do departamento de limpeza então? Investiu na educação<br />
&#8220;Foi o melhor investimento que fiz&#8221;<br />
- &#8220;O que fiz foi muito simples, com a ajuda de umas pessoas cá da terra, tratei de arranjar forma de ensinar às pessoas para não sujarem o chão, numa primeira fase, e depois, em varrerem em frente ás suas casas numa fase seguinte. Antes do contrato, eu queria era que as pessoas atirassem lixo para o chão, para eu não perder o meu emprego, mas quando me apercebi que o contrato era seguro, tratei de por em prática o que achava: que educar é o melhor a fazer&#8221;.<br />
Esta senhora agora continua a ter esporádicamente que limpar uma coisa ou outra que deixam pessoas fora do concelho, pois nas outras freguesias já conseguiu sensibilizar também para estas práticas e tem corrido tudo muito bem. Neste momento está já a planear uma acção ao nível do conselho.<br />
-&#8221;Tal como eu, muitas pessoas se podem reformar e ter tempo para fazer aquilo que gostam!&#8221;</p>
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		<title>Um restaurante que sabe do que gosta de falar</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje fui a um restaurante muito interessante. Está ligado a uma base de dados de pessoas que colocaram online os seus interesses e quando alguém faz uma marcação ou chega para uma refeição, se  indicar que gostaria de conhecer alguém de uma determinada área profissional ou interesse particular, eles fazem várias propostas nesse sentido. Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fui a um restaurante muito interessante. Está ligado a uma base de dados de pessoas que colocaram online os seus interesses e quando alguém faz uma marcação ou chega para uma refeição, se  indicar que gostaria de conhecer alguém de uma determinada área profissional ou interesse particular, eles fazem várias propostas nesse sentido.<br />
Há também o modo aleatório, que é uma espécie de lotaria de encontros sociais. Fui ontem lá e vi que com certeza já muita gente está a experimentar esta opção: uma freira conversava com uma adolescente gótica sobre o prazer que partilhavam em vestir preto e serem muito pálidas, uma criança de 8 anos conversava com um multimilioário, tentando perceber qual deles tinha a maior colecção de carrinhos e uma padeiro conversando com um entrega pizzas, excitados com as potencialidades na velocidade em solo urbano.<br />
Esqueci-me do site do restaurante: entretanto ponho aqui.</p>
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		<title>Universidades Portuguesas contam com professores retornados</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste momento, como já não faz sentido a emigração, os professores em universidades estrangeiras e que são de segunda geração portuguesa, sentem cada vez mais com vontade de retornar a Portugal, trnasformando aos poucos e poucos, Portugal na capital Mundial de partilha de conhecimento e de vida. São muitas as actividades que se geram, falarei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste momento, como já não faz sentido a emigração, os professores em universidades estrangeiras e que são de segunda geração portuguesa, sentem cada vez mais com vontade de retornar a Portugal, trnasformando aos poucos e poucos, Portugal na capital Mundial de partilha de conhecimento e de vida.<br />
São muitas as actividades que se geram, falarei delas noutra altura.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dia de Portugal, Camões e das comunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 10:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tozé Constantino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem li desenfreadamente. Numa espécie de livraria li por completo o livro de Seth Godin, &#8220;o melhor do mundo&#8221;, li ainda por alto o livro de Napoleon Hill, seria qualquer coisa como &#8220;A chave mestra das riquezas&#8221;. Cheguei a casa e ainda me pus a ler um pouco de &#8221; A mensagem&#8221; de pessoa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem li desenfreadamente. Numa espécie de livraria li por completo o livro de Seth Godin, &#8220;o melhor do mundo&#8221;, li ainda por alto o livro de Napoleon Hill, seria qualquer coisa como &#8220;A chave mestra das riquezas&#8221;. Cheguei a casa e ainda me pus a ler um pouco de &#8221; A mensagem&#8221; de pessoa e um pouco do Padre António Vieira, que continuo hoje em &#8221; A história do futuro&#8221; (só tenho pena de não saber latim, pois parece-me que as frases mais importantes estão todas em Latim).<br />
Para completar este cenário, tinha nos dias anteriores devorado vídeos de entrevista do Professor Agostinho da Silva.<br />
Este é um tema que irei com certeza abordar mais vezes no futuro: Portugal é uma Nação que quando se encontrar no mundo e reconhecer o seu papel, trará ao mundo o V Império anunciado por tantos profetas e visionários. Podem crer!</p>
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